“E o verbo se fez carne, e habitou entre nós” - a transnacionalização sul-sul do pentecostalismo brasileiro: a IURD e o projeto da moderna Angola

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DOI:

https://doi.org/10.61303/07184727.v16i1.1070

Palabras clave:

Angola, Pentecostalismo, Transnacionalização, Modernização

Resumen

Este artigo centrou-se na ligação transnacional Sul-Sul do pentecostalismo brasileiro em Angola, com foco nas representações e perspectivas voltadas para a modernização. Argumenta-se, assim, que a Igreja Universal do Reino de Deus se insere em Angola como um agente modernizador que se incumbiu das reformas culturais, cujo objetivo é readaptar os indivíduos na nova estrutura política de cunho liberal. Seu proselitismo acaba desarticulando as identidades estáveis do passado, focando-se na emergência da concepção mais individualista do sujeito, para atender à dinâmica econômica do capitalismo contemporâneo. Lançaremos mão da ideia de “máquina de ressonância” de Willian Connolly (2005), na qual a face pública da IURD em Angola vai se constituindo em sua interface com as políticas estatais, problemas sociais, arranjos culturais locais e normatividade jurídica nacional. Interessam-nos, especialmente, as interações entre as práticas discursivas da IURD e as políticas liberalizantes estatais, tanto no discurso público da Igreja, quanto na construção de sujeitos e subjetividades afeitas ao neoliberalismo, naquilo que Foucault (2008) denominou de “empreendedorismo de si”. Assim, nossas análises se beneficiam do trabalho de campo realizado na cidade de Luanda, capital de Angola, entre os anos 2016 e 2018, no qual procuramos analisar os discursos que sustentam a estrutura narrativa iurdiana.

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Biografía del autor/a

Paulo Gracino de Souza Junior, Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro da Universidade Candido Mendes (UCAM)

Doutor em Sociologia Pela UERJ, Professor do Programa de Pós-Graduação em Sociologia Política do IUPERJ-UCAM.

Janine Targino da Silva, Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro da Universidade Candido Mendes (UCAM)

Doutora em Ciências Sociais pelo PPCIS-UERJ, Professora do Programa de Pós-Graduação em Sociologia Política do IUPERJ-UCAM.

Armindo Feliciano de Jesus, Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro da Universidade Candido Mendes (UCAM)

Este artigo centrou-se na ligação transnacional Sul-Sul do pentecostalismo brasileiro em Angola, com foco nas representações e perspectivas voltadas para a modernização. Argumenta-se, assim, que a Igreja Universal do Reino de Deus se insere em Angola como um agente modernizador que se incumbiu das reformas culturais, cujo objetivo é readaptar os indivíduos na nova estrutura política de cunho liberal. Seu proselitismo acaba desarticulando as identidades estáveis do passado, focando-se na emergência da concepção mais individualista do sujeito, para atender à dinâmica econômica do capitalismo contemporâneo. Lançaremos mão da ideia de “máquina de ressonância” de Willian Connolly (2005), na qual a face pública da IURD em Angola vai se constituindo em sua interface com as políticas estatais, problemas sociais, arranjos culturais locais e normatividade jurídica nacional. Interessam-nos, especialmente, as interações entre as práticas discursivas da IURD e as políticas liberalizantes estatais, tanto no discurso público da Igreja, quanto na construção de sujeitos e subjetividades afeitas ao neoliberalismo, naquilo que Foucault (2008) denominou de “empreendedorismo de si”. Assim, nossas análises se beneficiam do trabalho de campo realizado na cidade de Luanda, capital de Angola, entre os anos 2016 e 2018, no qual procuramos analisar os discursos que sustentam a estrutura narrativa iurdiana.

Citas

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Publicado

2022-07-02

Cómo citar

Souza Junior, P. G. de, Silva, J. T. da, & Jesus, A. F. de. (2022). “E o verbo se fez carne, e habitou entre nós” - a transnacionalização sul-sul do pentecostalismo brasileiro: a IURD e o projeto da moderna Angola. Revista Cultura Y Religión, 16(1), 65–99. https://doi.org/10.61303/07184727.v16i1.1070

Número

Sección

Artículos de investigación